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26 de outubro de 2011

20 Anos sem Brasil no Topo da F-1

Parece que foi ontem. Mas já se vão 20 anos de uma conquista histórica. Como todas as outras de Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e os dois primeiros títulos de Ayrton Senna da Silva, um mito das pistas.

Vinte de outubro de 1991. Na madrugada daquele domingo, como já acontecera em duas oportunidades nos três anos anteriores, um brasileiro chamado Ayrton Senna da Silva, a bordo de uma McLaren vermelha e branca, trajando o capacete com as cores da bandeira brasileira criado por Sid Mosca e que tornou-se marca registrada do automobilismo para todo o sempre, conquistava de forma incontestável o terceiro título dele na Fórmula 1.


Foi provavelmente o mais fácill campeonato que Ayrton conquistou, com direito a quatro vitórias consecutivas no começo do ano, para o piloto de 31 anos. Ele sabia que a Williams era uma adversária de respeito e que viria muito forte – como de fato veio – na segunda metade do campeonato. Mas faltou à equipe rival o que sobrava na McLaren. Um piloto pronto para, na hora certa, dar a resposta dentro da pista. Por mais que Nigel Mansell fosse veloz, Senna era sem dúvida mais completo que ele e mereceu mais um título na Fórmula 1, depois de tudo o que passou com Alain Prost, Jean-Marie Balestre e a FIA nos dois anos anteriores.


Ironicamente, este foi o último momento glorioso do Brasil na Fórmula 1. O único momento em que talvez tenhamos chegado próximos de viver tamanha euforia foi o GP do Brasil em 2008, quando por instantes o título esteve nas mãos de Felipe Massa, até que Lewis Hamilton ganhasse a posição de Timo Glock e levasse a taça para a Inglaterra.

A conquista de Ayrton em 1991 foi repleta de momentos brilhantes e outros igualmente dramáticos.

Phoenix: a primeira, fácil, de ponta a ponta

Ayrton Senna apresentou armas na primeira corrida do ano em 10 de março, no circuito citadino de Phoenix, que naquele ano faria sua despedida da Fórmula 1. A bordo de sua McLaren-Honda MP4/6, ele fez a pole position e venceu de ponta a ponta, absoluto. Briga mesmo, só para ver quem chegava em segundo. O eterno rival Alain Prost ficou grande parte da corrida nessa posição e quando parou para trocar pneus cedeu-a para Riccardo Patrese, que bateu. Nessa altura, além de Senna na ponta, Nelson Piquet era terceiro e Roberto Moreno, quarto. Mas o “Baixo” abandonou e infelizmente não vimos uma trifeta que seria histórica. Piquet se sustentou em 2º sem parar para trocar pneus, mas não demorou para ser presa fácil para Jean Alesi, que depois abandonaria em sua estreia na Ferrari, e por fim para Prost. Foi a última vez em que os grandes campeões da década subiram juntos num pódio.

Brasil: com sofrimento, o fim do tabu

Mais uma pole para Ayrton Senna em Interlagos. E ao contrário das vezes anteriores, incluindo Jacarepaguá, não seria desta vez que ele deixaria a chance da vitória tão sonhada escapar de suas mãos. Ayrton largou bem e manteve-se na ponta, controlando a distância que o separava das Williams de Nigel Mansell e Riccardo Patrese. A perseguição durou até a 56ª volta, quando Mansell moeu o câmbio de seu carro numa rodada e abandonou. Patrese continuou célere atrás de Senna, mas reduziu o ritmo quando os primeiros pingos de chuva começaram a cair sobre o circuito paulistano. E no fim da corrida, somada à chuva, outro drama: Senna perdera praticamente todas as marchas de seu carro, percorrendo os pouco mais de 4 km do traçado sem tirar a mão do volante. De forma dramática, ele pediu o fim da corrida, que acabou mesmo nas 71 voltas previstas com um delírio nunca antes visto em Interlagos. Mais um tabu estava quebrado. “Quando Deus quer uma coisa, ninguém tira”, disse Senna para os microfones da Rede Globo após a corrida.

San Marino: o dia em que a Ferrari atolou

Chovia antes da largada para a 3ª etapa, o GP de San Marino, em Imola. E Senna, saindo mais uma vez da pole position, viu pelo retrovisor um ‘espetáculo’ no mínimo insólito: o eterno rival Alain Prost rodou em plena volta de apresentação e sequer alinhou para a corrida. Um vexame histórico.

Senna, porém, não liderou de ponta a ponta. Riccardo Patrese, 2º no grid, saiu melhor que o brasileiro e comandou a corrida até a 10ª volta, quando teve problemas e caiu para último. Sem rivais, já que em segundo vinha o fiel escudeiro Gerhard Berger, Senna dominou a corrida como quis e venceu a terceira corrida consecutiva em 1991. Roberto Pupo Moreno andou bem com a Benetton e merecia terminar no pódio, mas abandonou a oito voltas do final.

Mônaco: mais uma do novo ‘Mister Mônaco’

E veio o GP de Mônaco, território especial e particular de Ayrton Senna na Fórmula 1. Após mais uma pole position, ele venceu mais uma vez nas ruas do principado e se tornou o novo ‘Mister Mônaco’ do pedaço. A 2ª posição ficou com Stefano Modena, de forma surpreendente, com sua Tyrrell, até o italiano quebrar na 42ª volta. Alain Prost herdou a posição, mas Nigel Mansell, que vinha de três abandonos consecutivos, quebrou a escrita com uma manobra espetacular na chicane do Porto, que rendeu elogios até do próprio Ayrton, que não morria de amores pelo rival.

Canadá: a última de Piquet

Após uma sequência de quatro vitórias e pole positions de Ayrton Senna, o GP do Canadá marcou o início da recuperação da Williams. Riccardo Patrese e Nigel Mansell monopolizaram a primeira fila, deixando Senna em 3º e as posições ficaram assim até a 25ª volta, quando a McLaren de Senna enfrentou o primeiro problema do ano e ele abandonou. A posição de Ayrton foi herdada por Nelson Piquet, que chegou ao segundo lugar na quadragésima volta, quando Riccardo Patrese parou para trocar pneus.

Com os compostos da Pirelli montados em sua Benetton, Piquet seguiu à risca a tática de não trocar e vinha comboiando Mansell a uma distância bastante respeitável do líder, que dominava a corrida de forma absoluta. Aí, aconteceu: na última volta, Nigel resolveu fazer gracinhas, acenou para a torcida, deixou o motor Renault de sua Williams girando em baixa rotação e houve uma pane elétrica que surpreendeu todo mundo, inclusive Piquet, que não contava mais com a vitória. Mas o veterano piloto de 38 anos não perdoou o velho rival. “Vence quem chega primeiro. Quase tive um orgasmo quando vi que tinha assumido a liderança”, revelou Piquet.

A corrida, que terminou com Modena em 2° e Patrese ainda em terceiro, teve pela primeira vez a então estreante Jordan na zona de pontuação. Andrea de Cesaris chegou em quarto e Bertrand Gachot foi o quinto em Montreal.

México: baile da Williams e capotagem

A fase não era mesmo boa: no ondulado e seletivo circuito Hermanos Rodriguez, na Cidade do México, Ayrton Senna sofreu um sério acidente na ânsia de melhorar seu desempenho, entrando na famosa curva Peraltada em sexta marcha, quando deveria ter engatado uma quinta. Perdeu o controle do carro a 250 km/h, bateu na barreira de pneus e capotou. Restou a Senna ser 3º no grid, atrás de Patrese e Mansell, praticamente imbatíveis com sua Williams dotada de um sistema ‘inteligente’ de suspensão que fazia o carro correr como se estivesse num autorama, mesmo nas superfícies mais difíceis.

E na corrida não deu outra: domínio incontestável da Williams, com vitória de Riccardo Patrese, algo raro visto que Nigel Mansell sempre teve privilégios na equipe. Mas o italiano foi melhor naquele fim de semana e mereceu terminar em primeiro. Resignado, Senna foi terceiro a quase um minuto de Patrese. Andrea de Cesaris andou muito bem e foi o quarto, seguido por Roberto Pupo Moreno e por Eric Bernard em sua Lola-Larrousse. Era o fim da invencibilidade do Brasil na Fórmula 1, que já vinha desde o GP do Japão de 1990, em Suzuka, com quatro vitórias de Senna e três de Piquet.

França: enfim, vitória do ‘Leão’

Sete corridas: foi o que demorou para Nigel Mansell conquistar sua primeira vitória na temporada de 1991 da Fórmula 1. Na estreia do circuito de Magny-Cours, substituto do saudoso Paul Ricard, ele só não contava com um Alain Prost exuberante e disposto a apagar os maus resultados do início do ano, com uma rediviva Ferrari, que naquela corrida contava com um novo pacote aerodinâmico. Prost liderou por 44 voltas, mas não resistiu à melhor performance da Williams de Mansell, que o derrotou por cinco segundos de diferença.

Ayrton Senna, dando sinais de insatisfação com a aproximação da Williams em relação a sua McLaren, não teve a menor hipótese de lutar pela vitória. Andou em terceiro praticamente a corrida inteira, seguido por Jean Alesi. Riccardo Patrese e, de novo, Andrea de Cesaris, terminaram na zona de pontos. Estava ligada a luz de alerta na equipe de Ron Dennis.

Inglaterra: em dia de Mansell, pane seca tira Senna do pódio

Se correr em casa é sempre um ‘algo mais’ para qualquer piloto e Senna provara isto em Interlagos, Nigel Mansell resolveu fazer o mesmo em Silverstone. Numa performance inspirada, acompanhada por uma horda de mais de 100 mil torcedores fanáticos, o piloto da Williams teve o seu grande momento no ano. Liderou de ponta a ponta e venceu de forma incontestável. Ayrton se manteve em 2º até a última volta, quando foi traído por uma pane seca e acabou sem combustível no meio do circuito. O brasileiro tinha seis pontos no bolso e terminou com os três do quarto lugar.

Gerhard Berger herdou a posição do companheiro de equipe e Alain Prost, na regularidade de sempre, foi terceiro. Nelson Piquet somou mais dois pontos com a Benetton e Bertrand Gachot pôs a Jordan pelo quarto GP consecutivo na zona de pontuação. Roberto Pupo Moreno andou em 3º no início da corrida, mas infelizmente ficou para trás, desistindo na 21ª volta.

Alemanha: a volta das escaramuças com Prost

Dias antes do GP da Alemanha, quando as equipes usaram o circuito de Hockenheim para sessões de testes particulares, Ayrton Senna sofreu talvez o maior susto de toda sua carreira de piloto até então. Um pneu estourou a 300 km/h e na sequência, o brasileiro perdeu o controle da McLaren e capotou várias vezes. Milagrosamente, ele não sofreu nada, mas o carro ficou inteiramente destruído.

Com um novo chassi, ele disputou a corrida mais uma vez tentando extrair o máximo de seu carro em busca de um bom resultado. Senna foi 2º no grid atrás de Nigel Mansell e teve uma corrida cheia de percalços, longe de ter um desempenho competitivo. Na segunda metade da corrida, caiu para quarto e por lá ficaria, não sem antes ter uma escaramuça com o eterno rival Alain Prost, que novamente ‘meteu a boca no mundo’ com o ressentimento que lhe era característico, talvez para ganhar um ibope que vinha lhe faltando ao longo do ano.

Prost ficou fora da corrida e Senna também teria o mesmo destino: pela segunda corrida seguida, ficou sem combustível na última volta e, desta vez, não pontuou. Mansell venceu, seguido por Riccardo Patrese, Jean Alesi, Gerhard Berger, Andrea de Cesaris e Bertrand Gachot. Em seu primeiro ano na Fórmula 1, a Jordan já conseguia a façanha de ter seus carros em cinco corridas consecutivas entre os seis primeiros.

Hungria: vitória crucial de Ayrton

Passada a tormenta de uma sequência de cinco corridas sem vitória e com pontuações abaixo do esperado, era hora da McLaren, da Honda e de Senna agirem. E o GP da Hungria, numa pista de dificílimas ultrapassagens, seria ideal para a reabilitação do brasileiro. E não deu outra. Pole e vitória de ponta a ponta de Ayrton Senna, em que pese a inversão de posições na Williams, que começou com Patrese à frente de Mansell e acabou com o inglês em segundo, a metros do piloto da McLaren. Era o que Senna precisava para mostrar que estava vivo, muito vivo, na briga pelo título.

Bélgica: um campeão não se faz sem sorte

Veio o GP da Bélgica em Spa-Francorchamps e foi nessa pista, há 20 anos, que estreou um jovem alemãozinho egresso da Fórmula 3, cacifado pela Mercedes. Seu nome: Michael Schumacher. Ele impressionou positivamente com o 7º lugar no grid numa pista que não conhecia de categoria alguma e sua prova durou menos que um quilômetro, em razão de uma falha de embreagem – que aliás o próprio piloto detectou e a equipe não fez muita questão de consertar.

Ayrton Senna partiu da pole position, mas só ficou em primeiro até a 14ª volta, quando Nigel Mansell e Nelson Piquet (este, sem ter parado até então) herdaram a ponta por alguns momentos. Na 22ª passagem, de forma surpreendente, Jean Alesi despontou na ponta, liderando sua primeira corrida com a Ferrari. E ficou por lá até a volta 31, quando teve problemas e abandonou.

Senna herdou a ponta, mas de forma surpreendente a 2ª posição era de ninguém menos que Andrea de Cesaris, a bordo da novata Jordan. O italiano guiou muito e ameaçou o brasileiro, que não tinha um bom carro nas mãos, até também quebrar, o que aconteceu a três voltas do fim. Gerhard Berger herdou a posição e Nelson Piquet, com o 3º lugar, subiu ao pódio pela última vez na Fórmula 1. Roberto Pupo Moreno fez a volta mais rápida e foi quarto, mal sabendo o que estaria por vir nas corridas seguintes…

Itália: Mansell incontestável

Veio o GP da Itália em Monza e dias antes dele, um escândalo fora da pista: a demissão de Roberto Moreno da Benetton, que contratara para o seu lugar o atrevido estreante Michael Schumacher, de 22 anos. A forma como a coisa foi conduzida enojou – pero no mucho – muita gente na Fórmula 1. Naquele fim de semana, Nelson Piquet comemorava sua 200ª corrida na categoria e já dava sinais de que sua paciência com aquilo tudo à sua volta estava chegando ao fim.

Completamente alheios a isto, uma vez que o foco era a disputa do título, Ayrton Senna fez a pole position e Nigel Mansell largou imediatamente ao seu lado em segundo. O brasileiro sustentou o quanto pôde a liderança, até a 33ª volta, quando não resistiu a uma manobra perfeita de ultrapassagem de Mansell. Senna parou nos boxes para trocar pneus, voltou em quinto e fez uma sequência de ultrapassagens para pelo menos conseguir a segunda posição, até porque Mansell estava mesmo imbatível. Alain Prost foi ao pódio, com Gerhard Berger em quarto, Michael Schumacher em quinto e Nelson Piquet na 6ª posição.

Portugal: trapalhada e bandeira preta para Mansell

Em Portugal, Ayrton Senna voltou a sofrer com uma McLaren pouco competitiva no circuito do Estoril. Num fato raro na carreira, ficou atrás de Gerhard Berger nos treinos, com a 3ª posição, enquanto Riccardo Patrese era o pole positon e Nigel Mansell o quarto. O “Leão” largou muito bem e passou ao fim da primeira volta em segundo, assumindo a liderança na 18ª volta. Aí…

O inglês parou para trocar pneus na 30ª passagem e aparentemente tudo estava dentro do figurino. Mas uma porca não foi completamente apertada numa roda traseira e ela caiu. Mansell recebeu ajuda externa para voltar à pista em 17º, iniciando uma furiosa recuperação que o levou ao sexto lugar. Mas a direção de prova lhe mostrou, tal como em 1989, a bandeira preta de desclassificação. Desta vez, ao contrário daquele ano, o inglês da Williams viu a sinalização e se recolheu aos boxes.

Ayrton Senna, que não contava com a vitória face o domínio da equipe rival, teve um 2º lugar caído do céu e fundamental depois da desclassificação do maior adversário no ano. Riccardo Patrese venceu e Jean Alesi completou o pódio. Pierluigi Martini fez uma ótima prova com a Minardi e foi quarto, à frente de Nelson Piquet e Michael Schumacher.

Espanha: duelo empolgante e vitória de Mansell

A estreia do circuito da Catalunha, em Barcelona, na Fórmula 1, ficou marcada para sempre por uma imagem histórica. Na quinta volta da corrida, Nigel Mansell e Ayrton Senna desceram, lado a lado e soltando faíscas a mais de 250 km/h, a reta do circuito em carreira desabalada rumo a freada da curva 1. Mansell levou a melhor e depois de superar Gerhard Berger, venceu. Alain Prost derrotou seu medo da chuva e conquistou seu último grande resultado pela Ferrari. Foi 2º colocado, seguido por Riccardo Patrese, Jean Alesi, Ayrton Senna (que rodou no molhado, algo raro) e Michael Schumacher.

Japão: afinal, o tricampeonato

Com 16 pontos de vantagem sobre Nigel Mansell e faltando duas corridas para o fim do campeonato, o inglês tinha que vencer as duas corridas que restavam no Japão e na Austrália e Ayrton marcar, no máximo, três pontos. Tarefa nada simples, ainda mais se considerarmos que a penúltima corrida do ano seria em Suzuka, pista de propriedade da Honda e onde Senna fora campeão em 88 e 90.

Fazendo o papel de ‘coelho’, Gerhard Berger largou bem e assumiu a ponta na largada, com Senna em segundo e Mansell em terceiro. Ayrton não precisou de mais do que 10 voltas para fazer Mansell cair como patinho em sua armadilha. O inglês entrou forte demais na curva 1, no vácuo da McLaren de Ayrton, passou reto após perder pressão aerodinâmica e atolou na caixa de brita. O campeonato de 1991 estava oficialmente ganho por Ayrton Senna da Silva.

Já com o título no bolso do macacão, Senna assumiria a liderança da corrida na 25ª volta, para desacelerar na última curva, entregando de presente o triunfo a Gerhard Berger, o que motivou Galvão Bueno a soltar o famoso “Eu sabia! Eu sabia!” durante aquela transmissão. O fato é que havia um acordo entre Senna e Ron Dennis onde, em caso de conquista de título antecipada, Senna cederia a vitória ao companheiro de equipe, em reconhecimento ao bom trabalho feito por Berger. Mesmo um tanto quanto ‘vexado’ pelo acontecimento, Ayrton comemorou muito o título, jogando uma garrafa inteira de champagne em si mesmo no pódio e depois levando um baita banho de água gelada, cortesia do próprio Ron Dennis.

Austrália: vitória de Senna na corrida mais curta da história

Acabou que o GP da Austrália, último da temporada de 1991, foi o mais curto de todos os tempos. Durou só 25 minutos ou 14 voltas, cortesia de uma chuvarada que encharcou o circuito de rua de Adelaide. E Senna, correndo em características que lhe eram muito peculiares, venceu e levou os pontos pela metade. Nigel Mansell e Gerhard Berger fecharam o último pódio do ano e Nelson Piquet, em sua derradeira corrida, foi quarto. Riccardo Patrese chegou em 5º e Gianni Morbidelli, que substituiu o demitido Alain Prost na Ferrari, levou o último meio ponto do ano.

"Imagem muitas vezes repetida, deixou saudades"
Texto: Rodrigo Matar
Fotos: Arquivo


Opinião do Blog: Infelizmente o Tetra não veio, e pior, Senna se foi.A morte trágica abreviou a vida do piloto e cessou as glórias brasileiras na F-1.Rubens Barrichello talvez tenha sido o mais prejudicado pelo "efeito Senna", afinal sobre seus ombros caíram o peso de substituir o mito, como se já não bastasse o próprio trauma de perder o amigo no acidente.Até chegamos perto com Massa, porém a possibilidade de título do mesmo foi mais pelas "amareladas" de Hamilton do que por competência do brasileiro, e seguimos distantes do 1º lugar ao final da temporada.Bruno Senna enche muitos de esperança, mas terá que ser muito frio para colocar sua competência e seu estilo acima do sobrenome, numa categoria cada vez menos competitiva.Gostem ou não, achem o maior da história ou não, todos tem que aceitar que Senna foi o último brasileiro a arrancar sorrisos dos amantes do automobilismo, em especial a Fórmula 1.


24 de outubro de 2011

17 de outubro de 2011

Automobilismo de Luto: R.I.P Dan Wheldon


Campeão das 500 Milhas de Indianápolis deste ano, inglês não resiste ao forte impacto e deixa mulher e dois filhos pequenos

                      

O britânico Dan Wheldon, 33 anos, não resistiu a um grave acidente na etapa de Las Vegas da Fórmula Indy e morreu neste domingo (16). Campeão da IRL em 2005 e atual vencedor das 500 milhas de Indianápolis (pela segunda vez na carreira), ele disputava como convidado a corrida que deu o tetracampeonato da categoria a Dario Franchitti (ESC). Ele deixa esposa e dois filhos, sendo um bebê de dois meses.


No acidente, na décima volta e que envolveu outros 15 carros que estavam na corrida, seu  decolou e se chocou violentamente contra o muro de contenção. O piloto ainda foi levado com vida, de helicóptero, para o hospital Univeristy Medical Center, mas não resistiu aos ferimentos. Ele fez 133 corridas na Indy, com 16 vitórias, e vinha trabalhando no desenvolvimento do chassi para o ano que vem.





Em homenagem ao britânico, os pilotos deram cinco voltas simbólicas no oval, pois a corrida, que havia sido paralisada, foi dada como encerrada. Wheldon largava em último e disputava o prêmio especial de US$ 5 milhões (cerca de R$ 8,5 milhões), que dividiria com um torcedor caso ganhasse.

                   

Antes dele, a última morte registrada tinha sido do americano Paul Dana, nos treinos livres da etapa de Homestead (oval) em Miami, no ano de 2006.

No acidente, outros dois pilotos também foram levados para o hospital: J. R. Hildebrand e Pippa Mann. Eles estão bem e passaram por exames. Ainda se envolveram no acidente os carros com Paul Tracy, Wade Cunningham, Townsend Bell, Jay Howard, Tomas Scheckter, Charlie Kimball, Ernesto Viso, Alex Lloyd, Will Power (que disputava o título da temporada e fica, assim, com o vice) e Buddy Rice. A corrida foi cancelada.


O ex-piloto Emerson Fittipaldi, companheiros do britânico no automobilismo norte-americano e equipes da categoria prestaram pela internet homenagens ao piloto.

A prova em Las Vegas foi cancelada, mas os pilotos voltaram à pista para dar cinco voltas em homenagem ao britânico, bicampeão das 500 Milhas de Indianápolis e campeão do Mundial da F-Indy.

"Dia muito triste! Duas vezes campeão da Indy 500, um grande campeão. Todas as minhas condolências e amor à família de Dan Wheldon da família Fittipaldi", escreveu Emerson em seu Twitter. "Já vi muitos bons homens e corredores nos deixarem prematuramente, é uma parte infeliz do nosso esporte", completou.

Tony Kanaan, que liderava o Grande Prêmio de Las Vegas quando o acidente ocorreu, na décima volta, também lamentou o ocorrido. "Sem palavras para descrever o aperto no coração. Vai com Deus meu amigo, te vejo do outro lado", escreveu também no Twitter. Mário Moraes e Antônio Pizzonia foram outros brasileiro a se manifestar sobre o assunto.

Já a norte-americana Danica Patrick, que disputava sua última prova pela Indy antes de se transferir para a Nascar, utilizou o microblog para dar forças à esposa e aos filhos do bicampeão da Indy. "Não há palavras para mim hoje. Eu e tantos outros estávamos devastados. Rezo por Suzi e as crianças e que Deus dê força a eles".

Em seu site oficial, a equipe Andretti, em que Dan Wheldon corria quando conquistou pela primeira as 500 Milhas de Indianápolis, também prestou homenagens ao piloto britânico, de 33 anos de idade.


"Dan trouxe entusiasmo e paixão ao esporte que não é visto sempre no automobilismo. Lembraremos dele pelas grandes conquistas com o nosso time e por sua personalidade marcante", diz o comunicado emitido pelo time.


Texto: Portal R7 e Gazeta Esportiva
Fotos: Arquivo

Opinião do Blog: O Automobilismo é um esporte de risco e isso é sabido por todos, porém mesmo na Indy, onde o risco é maior e sempre preocupa pilotos e expectadores, a morte de Dan Wheldon é algo que deixa os apaixonados de luto, não só pelo acidente em sí, que mais uma vez põe em questão a segurança na categoria que receberá mudanças nos carros para o ano que vem, mas pela pessoa que Dan demonstrava ser. Os brasileiros Tony Kanaan e Bia Figueiredo expressaram uma enorme tristeza não apenas por perder um colega de profissão, mas pela pessoa que se foi.Fato é que necessitamos cada vez mais levantar a bandeira da segurança em todas as classes do automobilismo, afinal o risco é parte do show, mas existem famílias esperando que seus heróis voltem para casa.



7 de outubro de 2011

1º Ensaio Garage Force: BMW 540i 1993

Não costuma ser fácil, muito menos barato, aliar conforto e potência, porém, este raro exemplar tem preço de popular e tudo que você sonha em termos de classe e desempenho.

Imagine que você tem R$ 25.000,00 para comprar um carro.Dificilmente alimentará a esperança de ter um modelo confortável e com performance invenjável.Se optar por um zero km, provavelmente não levará nem mesmo Ar Condicionado e Direção Hidráulica, itens básicos em um carro completo.Mas caso não queira pagar Ipva por muito mais tempo, e esteja com a intenção de ter tudo que um carro de luxo pode oferecer, vai gostar muito desta matéria.


A sessão começou cedo, às 7 horas da manhã já estavamos de pé, prontos para aproveitar o contraste do brilho do sol com o da máquina em questão.Trata-se de uma BMW 540i 1993, ano inclusive que marcou a chegada do motor 4.0 V8, propulsores que a marca não utilizava desde a década de 50, substituindo os 6 cilindros aplicados a este modelo.

O proprietário da "barca" é Marco Liasch, paulistano de 24 anos, que mostra essa preferência por sedãs ao estacionar a "BM" ao lado de outro raro exemplar, um Santana 1988.

"Frente invocada é marca registrada das BMW's antigas"
"Itens de série que raramente vemos por aqui"
"Baixo regime de giro garante o rodar suave"
O veículo pertenceu por muitos anos a um Executivo de um banco em São Paulo.Era literalmente um carro de estrada, pois este morava em uma cidade próxima a Sorocaba / SP.A oportunidade de comprá-lo, surgiu para um funcionário deste executivo, um amigo de Marco, que no momento preferiu manter-se com um carro  nacional, com manutenção mais baixa.Assim que Hugo saiu do páreo, Marco se interessou, fez o test-drive e não pensou duas vezes para fechar negócio. - "Era tudo que eu precisava, um carro confortável para o dia a dia, podendo assim, dar descanso para o Santana" ( Que é Turbo e Rebaixado ), disse ele. 

Pois é, voltando ao ponto levantado no começo da matéria, onde falamos de conforto e potência, veja o que nosso amigo tem a disposição:

- Motor M60 4.0 V8 c/ 286cv de potência
- Câmbio Automático de 5 Velocidades
- Bancos em Couro Elétricos
- Freios ABS
- Air Bag

Somado a estes destaques, o carro com seus quase 5 metros de comprimento, é extremamente espaçoso, e apesar de automático, conta com um "kick-down" que leva suas marchas no corte e faz o passageiro colar no banco.E o melhor, engana-se quem pensa que o consumo é absurdo, tendo em vista tal potência e litragem do motor."Como sou autônomo, controlo bem o consumo do carro, pois é meu meio de locomoção ( e QUE meio ), e garanto que faz de 5,5 a 6km/l na cidade, de boa, passeando."

"Mesmo no trânsito diário da Capital, o consumo do carro cabe no bolso"
O carro ainda conta com Rodas 17", calçadas por pneus Toyo na medida 225/50."A manutenção sem dúvida é mais cara, porém com tudo que o carro oferece, ainda existe um ótimo custo benefício e além do mais, essas 3 letras falam por sí: B M W!!!"

E agora, ficou balançado sobre o que fazer com seus R$ 25.000,00??? 

Texto e Fotos: Thiago Böttcher

Passeio Diurno:










Fotos Noturnas na Terra da Garoa:









Gostou? Solicite um orçamento, temos vários pacotes para eternizar sua máquina!!!

Lembrando que você não compra a matéria, compra um ensaio fotográfico do seu carro, recebe as fotos em alta definição e sem assinatura.A matéria é só uma forma de apresentar seu carro aos que apreciam em fóruns e redes sociais.

"O ângulo pode ser o mesmo, mas seu carro é sempre Único"

Contato: Thiago
Id Nextel: 967*31328 ou 19-7823-8295
equipe.gforce@gmail.com

5 de outubro de 2011

GT Classics tem a sua 2ª Edição confirmada!

Prova segue com custo e vantagens atrativas para os colecionadores!!!



Está confirmada a segunda edição do GT Classics. Novamente no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), colecionadores de autos antigos terão uma rara oportunidade de viver um final de semana de piloto profissional dentro da programação do Itaipava GT Brasil. Nos dias 17 e 18 de dezembro, com organização da categoria e da San Diego Motorsports, são esperados cerca de 50 veículos para a disputa.

"Rodrigo Daprá e seu Alfa Romeo"
A primeira edição do GT Classics foi realizada na sexta etapa da temporada 2011 do Itaipava GT Brasil, nos dias 27 e 28 de agosto. Naquele final de semana, 33 autos antigos realizaram a prova de regularidade para um grande público e Rodrigo Daprá, que comandou um Alfa Romeo TI4 (1985) foi o grande vencedor. Para a corrida de dezembro, o baixo investimento para a inscrição foi mantido.




"Consideramos a primeira edição um sucesso. Agora já estamos trabalhando para o evento de dezembro, que promete ter um público ainda maior nas arquibancadas por ser a última – e decisiva – etapa do Itaipava GT Brasil. O número de autos antigos no grid do GT Classics tem tudo para crescer e atingir o seu limite, que é de 50", comentou Murillo Cerchiari, diretor comercial da San Diego Motorsports. "A segunda edição apresentará muitas novidades e as anunciaremos em breve. Certamente teremos uma prova com uma estrutura ainda melhor do que a de agosto", completou.


"Imagens da primeira etapa da GT Classics"


As inscrições para o segundo GT Classics estão abertas e devem ser feitas por telefone - (11) 2629-4500 - ou pelo email sd@sdmotorsports.com.br. A inscrição de cada veículo – obrigatoriamente fabricado até 1986 – parte de R$ 450, valor que dá direito a participação, estacionamento e uma credencial de camarote VIP. Por apenas R$ 100 a mais, o colecionador levará uma segunda credencial e, consequentemente, a oportunidade de contar com um co-piloto em seu carro.

Sobre a Primeira Etapa:

No último final de semana de agosto (27 e 28/08), o Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), recebeu a sexta etapa da temporada 2011 do Itaipava GT Brasil, uma das categorias mais badaladas do automobilismo nacional. Grande novidade da programação no lendário circuito paulistano, o GT Classics, uma iniciativa da San Diego Motorsports e da organização da competição automobilística, reuniu 33 autos antigos, que disputaram uma prova de regularidade e desfilaram para o grande público que ocupou as arquibancadas.

Com um treino de reconhecimento de pista – realizado com safety car e sem tomada de tempo – a programação do GT Classics foi aberta no final da tarde de sábado (27). Os pilotos aceleraram em Interlagos e puderam realizar os últimos ajustes em seus carros antes da disputa pra valer. No domingo (28), um excelente público em Interlagos e o céu aberto, recebeu os competidores em uma das pistas que faz parte do calendário mundial da Fórmula 1.

Nos 30 minutos de prova, os pilotos e co-pilotos, que puderam se inscrever por um custo bastante acessível, voltaram à pista. Com o tempo de volta pré-estipulado por cada competidor, as “jóias” aceleraram dentro do seu limite e sempre com o objetivo de dar prioridade à segurança. Após voltarem ao parque fechado, um pouco de suspense até o anúncio do vencedor: Rodrigo Daprá, que comandou um Alfa Romeo TI4, fabricado em 1985. O piloto escolheu o tempo de 2min54s, realizou oito voltas e teve apenas nove pontos perdidos (média de 0.563).

Além do vencedor da disputa, a primeira edição do GT Classics reuniu outros 32 autos antigos neste domingo. O bom número de 25 conseguiu completar as seis voltas necessárias para entrar na classificação final e concorrer ao título da prova. Na relação, ícones da história automobilística mundial, tais como Ferrari, Corvette, Mustang, Mercedes-Benz, Alfa Romeo, Fusca, Porsche, Ford (1932), Maverick, entre alguns outros.

"O evento foi muito bacana e todos os participantes querem que ele se repita sempre. Foi uma prova tranqüila, divertida. Esse tipo de prova é muito legal exatamente por isso, pois é mais uma diversão do que competição", comentou Rodrigo Daprá. "Andar em Interlagos é sempre diferente e tem gosto especial. Mas estar dentro da programação de uma grande categoria e andar com bom público nas arquibancadas dá um sabor especial. Fico feliz com a vitória, mas ainda mais contente por ter participado da primeira edição do GT Classics e por ter me divertido", completou o piloto, que já disputou outras provas de regularidade.

Com um Ford 1932, Carlos Otávio de Souza foi o segundo colocado. O piloto escolheu o tempo de 3min10s, realizou seis voltas e teve apenas 10 pontos perdidos (média de 0.833). A relação dos cinco primeiros foi complementada por: Eric Freitas (Porsche 911 Targa 1974), em terceiro; Marcelo Salinas Câmara (Passat TS 1982), em quarto; e José Roberto Vaz (Mercedes-Benz 350 SL 1972), em quinto.

"Conseguimos realizar o GT Classics da maneira que esperávamos. Tivemos 100% de segurança para os participantes, conseguimos reunir um bom número de inscritos e todos se divertiram bastante em Interlagos", comentou Murillo Cerchiari, diretor comercial da San Diego Motorsports. "Os colecionadores tiveram um verdadeiro dia de piloto. Puderam acelerar os seus carros em Interlagos, que contou com um grande público e uma excelente organização do Itaipava GT Brasil. Agora vamos nos preparar para organizar a segunda edição da prova e ter um grid ainda maior", completou.

Fórmula de disputa:

A programação da primeira edição do GT Classics apresentou um treino no sábado (27/08), a partir das 17h e sem tomada de tempo - com safety car na frente do pelotão - para os pilotos reconhecerem a pista; e a prova no domingo (28/08), das 10h40.


Antes da prova, cada participante optou pelo seu tempo de volta - entre 2min30s e 3min30s. Foram válidos dois terços das voltas cumpridas pelo participante (mínimo de seis voltas).


Para cada segundo atrasado ou adiantado em relação ao tempo escolhido, o piloto foi penalizado com 1 ponto. O vencedor foi o que menos acumulou pontos durante a prova, considerando a média de pontos perdidos das voltas válidas para classificação. Foram premiados os três primeiros colocados.

Prezando pela segurança, foi desclassificado o participante que fez um tempo de volta dez segundos inferior ao menor tempo de volta estipulado pela organização da prova (2min30s).



Mais Fotos da Etapa:















Confira a classificação final da primeira edição do GT Classics:


Posição - Piloto - Modelo - Tempo escolhido - Pontos perdidos

1º - Rodrigo Daprá - Alfa Romeo 1985 - 2min54s - 9
2º - Carlos Otávio de Souza - Ford 1932 - 3min10s - 10
3º - Eric Freitas - Porsche 911 Targa 1974 - 2min45s - 14
4º - Marcelo Salinas Câmara - Passat TS 1982 - 2min58s - 17
5º - José Roberto Vaz - Mercedes-Benz 350 SL 1972 - 3min00s
6º - Reinaldo Santozi Junior - Mustang 1965 - 2min59s - 19
7º - Emilio Losada Resco - Corvette 1975 - 2min37s - 24
8º - Carlos Alberto Costa - Alfa Romeo 1973 - 2min56s - 24
9º - José Henrique Heins - Mercedes-Benz 500 1981 - 3min04s - 30
10º - Darcio Francisco dos Santos - Chevrolet 1967 - 3min00s - 32
11º - Felipe Sampaio Gonzaga - Corvette 1972 - 2min55s - 34
12º - Alexandre Mattei - Ferrari 308 GTS 1981 - 3min00s
13º - Murillo Cerchiari - Mustang 1967 - 2min55s - 49
14º - Antonio Carlos Mantovani - Cobra - 2min45s - 58
15º - Franco Funk - Porsche 1975 - 2min56s - 46
16º - Leonardo Patat - Alfa Romeo 1972 - 3min00s - 65
17º - Guilherme Marx - Porsche 1974 1972 - 2min35s - 81
18º - José Cordeiro - Corvette - 3min00s - 79
19º - Saulo Rodrigues Ferreira - VW SP2 1973 - 3min00s - 73
20º - Rogério Moreno - Maverick 1976 - 3min00s - 73
21º - Reinaldo Santozi - Corvette 1963 - 3min00s - 124
22º - Gloduvaldo Ferraz - Puma 1975 - 2min30s - 198
23º - Sérgio Borges - Fusca 1974 - 2min30s - 281
24º - Bruna Covelo Pinto - Mustang 1965 - 3min30s - 251
25º - Osvaldo - Porsche 911 1979 - 3min30s - 724

Sobre a San Diego Motorsports:

A empresa foi fundada em 2001, na cidade de San Diego, nos Estados Unidos, com o objetivo de viabilizar a importação de automóveis e peças para o apaixonado, que tem como lifestyle a aquisição de modelos clássicos e exclusivos. Oito anos mais tarde, a San Diego Motorsports abriu loja e escritório no Brasil - Rua Amazonas, 126, Centro - São Caetano do Sul (SP) -, onde também podem ser encontrados produtos de pronta-entrega para carros e motos, além de uma equipe de atendimento altamente especializada.

Atualmente, a San Diego Motorsports ainda mantém base nos Estados Unidos, mas está em Miami para facilitar a logística de importação. Consolidada com uma das principais importadoras de veículos novos e antigos, a empresa desenvolve todo o trabalho para realizar o sonho e trazer o veículo desejado ao cliente.

Além de encontrar o automóvel e viabilizar peças e acessórios necessários, a San Diego Motorsports também providencia a negociação profissional, bem como localização, aquisição do veículo, transporte interno, embarque e os trâmites de importação e liberação para que o automóvel chegue da maneira mais confiável, segura e rápida, com os menores custos e respeitando a legislação nacional e internacional vigente.